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quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

O Mercado está de Festa

Feliz Aniversário !!!!!!!


Parabéns Mercadão, 79 anos de história acompanhados de deliciosos sabores que foram sendo introduzidos no paladar brasileiro ao longo deste tempo.


No mesmo dia em que a cidade de São Paulo faz 458 anos o nosso querido Mercado Municipal comemora seu aniversário e para isso preparou uma programação especial nos dias 24 e 25, aproveite e venha celebrar conosco.


Dia 24/01/2012 (terça-feira):
20h30 às 22h00 – Roberto Seresteiro - Local: Salão de Eventos
22h00 às 23h30 – Grupo Demônios da Garoa - Local: Salão de Eventos
23h30 – Apresentação da Escola de Samba Rosas de Ouro - Local: Corredor Central do Mercadão


Dia 25/01/2012 (quarta-feira):
00h00 – Queima de fogos e distribuição de bolo para a população
00h30 – Thobias da Vai-Vai - Local: Salão de Eventos
11h00 – Apresentação do Grupo Choro Brejeiro - Local: Salão de Eventos
12h00 – Apresentação especial da Escola de Samba Rosas de Ouro - Local: Salão de Eventos
13h00 – Neguinho da Beija-Flor - Local: Salão de Eventos
14h30 – Zérró Santos, da banda Big Band - Local: Salão de Eventos




www.emporiopetali.com.br

terça-feira, 17 de janeiro de 2012


Peixe Inteiro de Bacalhau Gadus Morhua 8/10






Bacalhau do tipo Gadus Morhua é considerado a melhor espécie do peixe, por ser ele o mais macio e após o cozimento soltar lascas.

A diferença do tradicional Porto (Gadus Macrocéphalus) é que nada numa profundidade maior e só se alimenta de algas.

O peixe de 8/10 pode pesar entre 4 a 6 kg. Raramente encontram-se peças de até 10 Kg.









Lombo de Bacalhau do Porto 8/10



Tipo: Gadus Macrocéphalus.



Lombo: É a parte do meio do peixe, não contém partes finas nem espinhos. O lombo é considerado o Filé Mignon do Bacalhau.



Espessura: O peixe 8/10 é o de maior tamanho, a espessura do lombo pode variar entre 5 a 7 cm, já dessalgado pode atingir até 10 cm.



Ótimo para bacalhoadas onde predomina o visual e o padrão dos pratos, pois só com o lombo logra-se a preparação de pratos com postas do mesmo tamanho.











Originário das águas frias e límpidas dos mares que circulam o Pólo Norte, o bacalhau é um alimento milenar: registros mostram a existência de fábricas para seu processamento na Islândia e na Noruega desde o século IX. O mercador holandês Yapes Ypess foi o primeiro a fundar uma indústria de transformação na Noruega, por isso, é considerado o pai da comercialização do peixe industrializado. A partir de então, a demanda pelo peixe passou a crescer na Europa, América e África, o que proporcionou o aumento do número de barcos pesqueiros e de pequenas e médias indústrias pela costa norueguesa, transformando a Noruega no principal pólo mundial de pesca e exportação do bacalhau.

Mas os grandes pioneiros no consumo do bacalhau são os Vikings que, ao descobrirem o peixe, passaram a secá-lo ao ar livre (na época o sal não existia) até endurecer – perdendo cerca da quinta parte de seu peso – para poder consumi-lo aos pedaços em suas longas viagens marítimas.

Antes da industrialização do bacalhau, os bascos – cujo território atualmente está espalhado em províncias da Espanha e da França – já comercializavam o bacalhau. Como já conheciam o sal, eles começaram a salgar o pescado para aumentar sua durabilidade. O bacalhau passou a ser comercializado curado e salgado por volta do ano 1000. Os bascos expandiram o mercado do bacalhau, tornado-o um negócio internacional porque o sal não deixava que o peixe estragasse com facilidade. Quanto mais durável o produto, mais fácil era sua comercialização. Como a geladeira só foi inventada no século XX, os alimentos que estragavam rapidamente tinham comércio limitado.

Então, já na idade medieval, o bacalhau ganhou o título de alimento durável e com sabor mais agradável que o dos outros pescados salgados. Para a população pobre que raramente podia comprar peixe fresco, o bacalhau era um prato “cheio” porque era barato e tinha alto valor nutritivo. A soberania da Igreja Católica foi outro facilitador para seu comércio: o catolicismo impunha dias de jejum – que compreendiam as sextas-feiras, os quarenta dias da quaresma e muitos outros dias do calendário cristão – nos quais se proibia a ingestão de comidas “quentes” como as carnes; somente as comidas “frias”, como os peixes, eram permitidas. Assim, a carne passou a ser proibida em quase metade dos dias do ano, e os dias de jejum acabaram se tornando dias de bacalhau salgado.





Uma receita tipica do mercado municipal de SP e conhecida no mundo É o bolinho de bacalhau,

Vamos aprender a fazer?





Ingredientes:



- 300g de peixe tipo Bacalhau Saithe, Ling ou Zarbo, dessalgado



e desfiado;

- 1kg de batata inglesa;

- 1 ramo de salsa;

- Pimenta-do-reino moída na hora;

- 2 claras;

- Azeite de oliva extra-virgem;

- Sal e pimenta do reino, a gosto;

- Óleo vegetal para fritura.



Modo de preparo:



- Desfiar o bacalhau com um pano de algodão ou com as mãos.



- Cozinhar as batatas, amassá-las e misturar ao bacalhau, de preferência com as mãos.



- Acrescentar a salsa picada, a pimenta, as duas claras batidas em neve e misturar.



- Untar as mãos com azeite e enrolar os bolinhos.



- Fritar em óleo abundante e bem quente.



- Escorrer em papel e absorver

 
 
FONTE: http://www.bacalhaudanoruega.com.br/

TRUFAS NEGRAS

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trufa negra inteira 50g
$141,00
origem
italiana

trufa negra inteira 30g
$45,20
origem italiana


Vamos conhecer um pouco da historia de como essas iguarias foram descobertas?

“Diamantes negros da cozinha” é assim que muitos chefs chamam as raras e caras trufas negras.
 Elas são cogumelos subterrâneos, comestíveis, do tamanho de uma maçã,
que crescem a cerca de 30 cm abaixo da superfície, perto das raízes das árvores - especialmente a do carvalho.
Cães treinados farejam os torrões de terra até encontrar a iguaria.
Depois elas são limpas cuidadosamente, para evitar o toque direto com os dedos, o que a levaria ao apodrecimento.
Frescas servem como tempero. Cozidas, possuem um sabor intenso e incomparável.
Os gourmets garantem: elas são o maior dos prazeres!
A história da trufa remonta a 3000 anos antes de Cristo, quando os reis da Babilônia a procuravam nas areias do deserto e a chamavam de Tabarli cogumelo subterrâneo. Por séculos, a sua natureza e seu aspecto foram objeto de disputas e hipóteses por parte de cientistas e filósofos:
 o filósofo grego Teofrasto (séc. III a.C.) a considerava filha das chuvas de outono e dos relâmpagos;
já o historiador Plutarco, no século II d.C., indicava que o nascimento das trufas se dava pela fusão de três importantes elementos:
 água, terra e relâmpagos; Plínio o Velho costumava chamá-la de milagre da natureza.
Em 1700 a.C., usa-se "tigla", cogumelo em armênio, termo ligado à "teckel", o cachorro farejador.
A Roma antiga era ávida por trufas - em especial, as pretas do Egito, as brancas não eram tão apreciadas.
Em meados do século XVI, tem início o uso do porco, animal de olfato privilegiado,
 para procurá-las. Esfregavam-se as tetas da mãe com suco de trufa,
acostumando assim os porquinhos a seu gosto e sabor. Usavam-se porcos
jovens, de três meses a um ano. Hoje, por comodidade no transporte, usam-se mais
freqüentemente cachorros treinados (teckels). São conhecidas 32 espécies de trufas no mundo todo, mas comercializam-se apenas sete.

Agora que já sabemos onde comprar, e conhecemos um pouco sobre a historia das trufas, vamos aprender a fazer uma fantástica receita com um sabor incomparável!
Mini souflé de trufa negra (4 porções)
50 g de manteiga
35 g de farinha de trigo
250 ml de leite
30 g de trufa negra
2 ovos
Sal a gosto

Modo de preparar:
Prepare um bechamel derretendo a manteiga em fogo baixo, e unindo aos poucos a farinha, mexendo sempre com um fouet para evitar que se formem grumos. Assim que estiver dourada, derrame o leite quente, aos poucos, continuando a mexer até que o molho fique denso e liso.
Corte a trufa em pedaços pequenos, amalgame-os no bechamel, acrescente as gemas dos 2 ovos e as claras batidas em neve. Unte 4 formas individuais com manteiga e encha-as com o sufflé. Bata as formas sobre a mesa para evitar que se formem bolhas e asse em forno pré aquecido a
200 °C por 15-20 minutos.






FONTES:
 SITE PTITCHEF.COM 
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